brunay monteiro
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
' Hoje lembrei de você, porque acordei e tava passando na radio a sua música preferida, lembrei dos nossos momentos juntos, lembrei dos teus abraços, lembrei das caras e bocas que vivia fazendo pra mim, era lindo e eu amava, acordei já pensando em você, e lembrando das nossa conversas doidas, das nossas promessas e juramentos, lembrei dos planos para o futuro que a gente fazia, a gente ia ter dois filhos lembra ?! um casal, você ia ser empresario e eu biologa rs, a gente ia se amar pra sempre, você prometeu, disse que nunca ia me deixar e que iamos ter uma familia linda, disse também que ia ser o melhor marido do mundo, mas agora ta ai, fazendo planos com ela, nem sei se aquela música ainda é sua preferida, mudou tanto seu jeito de ser, não é como era um tempo atraz, falavam que a gente se parecia no jeito de ser, falavam também que a gente fazia um casal perfeito, colocavam muita fé na gente, e agora oque aconteceu ? a gente ta distante, você já tem outra pessoa, acorda pessando nela, e parece que já me esqueceu, até disse que não me ama mais. Mas eu ainda agradeço por ter tido você na minha vida, e agora ao enves de pedir pra Deus para ter uma vida inteira contigo, peço pra você não esquecer do meu rostoe do quanto eu te amo, que aquela promessa que fiz de te amar pro resto da vida; ainda não se quebrou.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
A primeira vez
Você sempre me disse que sua maior mágoa era eu nunca ter escrito um texto sobre você. Nem que fosse te xingando, te expondo. Qualquer coisa.
Você sempre foi o único homem que me amou. E eu nunca te escrevi nem uma frase num papelzinho amassado.
Você sempre foi o único amigo que entendeu essa minha vontade de abraçar o mundo quando chega a madrugada. E o único que sempre entendeu também, depois, eu dormir meio chorando porque é impossível abraçar sequer alguém, o que dirá o mundo.
Outro dia eu encontrei um diário meu, de 99, e lá estava escrito “hoje eu larguei meu namorado sentado e dancei com ele no baile de formatura”. Ele, no caso, é você. Dei risada e lembrei que em todos esses anos, mesmo eu nunca tendo escrito nenhum texto para você, eu por diversas vezes larguei vários namorados meus, sentados, e dancei com você. Porque você é meu melhor companheiro de dança, mesmo sendo tímido e desajeitado.
Depois encontrei uma foto em que você está com um daqueles óculos escuros espelhados de maconheiro. E eu de calça colorida daquelas “bailarina”. E nessa época você não gostava de mim porque eu era a bobinha da classe. Mas eu gostava de você porque você tinha pintas e eu achava isso super sexy. E eu me achei ridícula na foto mas senti uma coisa linda por dentro do peito.
Aí lembrei que alguns anos depois, quando eu já não era mais a bobinha da classe e sim uma estagiária metida a esperta que só namorava figurões (uns babacas na verdade), você viu algum charme nisso e me roubou um beijo. Fingindo que ia desmaiar. Foi ridículo. Mas foi menos ridículo do que aquela vez, ainda na faculdade, que eu invadi seu carro e te agarrei a força. Você saiu cantando pneu e ficou quase dois anos sem falar comigo.
Eu não sei porque exatamente você não mereceu um texto meu, quando me deu meu primeiro cd do Vinícius de Morais. Ou quando me deu aquele com historinhas de crianças para eu dormir feliz. Ou mesmo quando, já de saco cheio de eu ficar com você e com mais metade da cidade, você me deu aquele cartão postal da Amazônia com um tigre enrabando uma onça.
Também não sei porque eu não escrevi um texto quando você apareceu naquela festa brega, me viu dançando no canto da mesa, e me disse a frase mais linda que eu já ouvi na minha vida “eu sei que você não gosta de mim, mas deixa eu te olhar mesmo assim”.
Talvez eu devesse ter escrito um texto para você, quando eu te pedi a única coisa que não se pede a alguém que ama a gente “me faz companhia enquanto meu namorado está viajando?”. E você fez. E você me olhava de canto de olho, se perguntando porque raios fazia isso com você mesmo. Talvez porque mesmo sabendo que eu não amava você, você continuava querendo apenas me olhar. E eu me nutria disso. Me aproveitava. Sugava seu amor para sobreviver um pouco em meio a falta de amor que eu recebia de todas as outras pessoas que diziam estar comigo.
Depois você começou a namorar uma menina e deixou, finalmente, de gostar de mim. E eu podia ter escrito um texto para você. Claro que eu senti ciúmes e senti uma falta absurda de você. Mas ainda assim, eu deixei passar em branco. Nenhuma linha sequer sobre isso.
Depois eu também podia ter escrito sobre aquele dia que você me xingou até desopilar todos os cantos do seu fígado. Eu fiquei numa tristeza sem fim. Depois pensei que a gente só odeia quem a gente ama. E fiquei feliz. Pode me xingar quanto você quiser desde que isso signifique que você ainda gosta um pouquinho de mim.
Minhas piadas, meu jeito de falar, até meu jeito de dançar ou de andar. Tudo é você. Minha personalidade é você. Quando eu berro Strokes no carro ou quando eu faço uma amiga feliz com alguma ironia barata. Tudo é você. Quando eu coloco um brinco pequeno ao invés de um grande. Ou quando eu fico em casa feliz com as minhas coisinhas. Tudo é você. Eu sou mais você do que fui qualquer homem que passou pela minha vida. E eu sempre amei infinitamente mais a sua companhia do que qualquer companhia do mundo, mesmo eu nunca tendo demonstrado isso. E, ainda assim, nunca, nunquinha, eu escrevi sequer uma palavra sobre você.
Até hoje. Até essa manhã. Em que você, pela primeira vez, foi embora sem sentir nenhuma pena nisso. Foi a primeira vez, em todos esse anos, que você simplesmente foi embora. Como se eu fosse só mais uma coisa da sua vida cheia de coisas que não são ela. E que você usa para não sentir dor ou saudade. Foi a primeira vez que você deixou eu te olhar, mesmo você não gostando de mim.
E foi por isso, porque você deixou de ser o menino que me amava e passou a ser só mais um que me usa, que você, assim como todos os outros, mereceu um texto meu.
Você sempre me disse que sua maior mágoa era eu nunca ter escrito um texto sobre você. Nem que fosse te xingando, te expondo. Qualquer coisa.
Você sempre foi o único homem que me amou. E eu nunca te escrevi nem uma frase num papelzinho amassado.
Você sempre foi o único amigo que entendeu essa minha vontade de abraçar o mundo quando chega a madrugada. E o único que sempre entendeu também, depois, eu dormir meio chorando porque é impossível abraçar sequer alguém, o que dirá o mundo.
Outro dia eu encontrei um diário meu, de 99, e lá estava escrito “hoje eu larguei meu namorado sentado e dancei com ele no baile de formatura”. Ele, no caso, é você. Dei risada e lembrei que em todos esses anos, mesmo eu nunca tendo escrito nenhum texto para você, eu por diversas vezes larguei vários namorados meus, sentados, e dancei com você. Porque você é meu melhor companheiro de dança, mesmo sendo tímido e desajeitado.
Depois encontrei uma foto em que você está com um daqueles óculos escuros espelhados de maconheiro. E eu de calça colorida daquelas “bailarina”. E nessa época você não gostava de mim porque eu era a bobinha da classe. Mas eu gostava de você porque você tinha pintas e eu achava isso super sexy. E eu me achei ridícula na foto mas senti uma coisa linda por dentro do peito.
Aí lembrei que alguns anos depois, quando eu já não era mais a bobinha da classe e sim uma estagiária metida a esperta que só namorava figurões (uns babacas na verdade), você viu algum charme nisso e me roubou um beijo. Fingindo que ia desmaiar. Foi ridículo. Mas foi menos ridículo do que aquela vez, ainda na faculdade, que eu invadi seu carro e te agarrei a força. Você saiu cantando pneu e ficou quase dois anos sem falar comigo.
Eu não sei porque exatamente você não mereceu um texto meu, quando me deu meu primeiro cd do Vinícius de Morais. Ou quando me deu aquele com historinhas de crianças para eu dormir feliz. Ou mesmo quando, já de saco cheio de eu ficar com você e com mais metade da cidade, você me deu aquele cartão postal da Amazônia com um tigre enrabando uma onça.
Também não sei porque eu não escrevi um texto quando você apareceu naquela festa brega, me viu dançando no canto da mesa, e me disse a frase mais linda que eu já ouvi na minha vida “eu sei que você não gosta de mim, mas deixa eu te olhar mesmo assim”.
Talvez eu devesse ter escrito um texto para você, quando eu te pedi a única coisa que não se pede a alguém que ama a gente “me faz companhia enquanto meu namorado está viajando?”. E você fez. E você me olhava de canto de olho, se perguntando porque raios fazia isso com você mesmo. Talvez porque mesmo sabendo que eu não amava você, você continuava querendo apenas me olhar. E eu me nutria disso. Me aproveitava. Sugava seu amor para sobreviver um pouco em meio a falta de amor que eu recebia de todas as outras pessoas que diziam estar comigo.
Depois você começou a namorar uma menina e deixou, finalmente, de gostar de mim. E eu podia ter escrito um texto para você. Claro que eu senti ciúmes e senti uma falta absurda de você. Mas ainda assim, eu deixei passar em branco. Nenhuma linha sequer sobre isso.
Depois eu também podia ter escrito sobre aquele dia que você me xingou até desopilar todos os cantos do seu fígado. Eu fiquei numa tristeza sem fim. Depois pensei que a gente só odeia quem a gente ama. E fiquei feliz. Pode me xingar quanto você quiser desde que isso signifique que você ainda gosta um pouquinho de mim.
Minhas piadas, meu jeito de falar, até meu jeito de dançar ou de andar. Tudo é você. Minha personalidade é você. Quando eu berro Strokes no carro ou quando eu faço uma amiga feliz com alguma ironia barata. Tudo é você. Quando eu coloco um brinco pequeno ao invés de um grande. Ou quando eu fico em casa feliz com as minhas coisinhas. Tudo é você. Eu sou mais você do que fui qualquer homem que passou pela minha vida. E eu sempre amei infinitamente mais a sua companhia do que qualquer companhia do mundo, mesmo eu nunca tendo demonstrado isso. E, ainda assim, nunca, nunquinha, eu escrevi sequer uma palavra sobre você.
Até hoje. Até essa manhã. Em que você, pela primeira vez, foi embora sem sentir nenhuma pena nisso. Foi a primeira vez, em todos esse anos, que você simplesmente foi embora. Como se eu fosse só mais uma coisa da sua vida cheia de coisas que não são ela. E que você usa para não sentir dor ou saudade. Foi a primeira vez que você deixou eu te olhar, mesmo você não gostando de mim.
E foi por isso, porque você deixou de ser o menino que me amava e passou a ser só mais um que me usa, que você, assim como todos os outros, mereceu um texto meu.
domingo, 9 de outubro de 2011
- Está meio difícil viver sem te ter por perto, sabia?
- Já não sei mais o que posso fazer, me sinto tão só, é como se não tivesse ninguém, todos se afastaram, é como se eu tivesse criado um refúgio, em você, pra mim (…) desculpa-me se estou sendo uma pessoa fraca e que anda precisando de outras pra se apoiar, mas não é bem assim, realmente estou sendo uma pessoa fraca, mas não me apoio em outras pessoas, eu quero me apoiar em você, às vezes esse teu silêncio me corrói, pois é… quando ficas sem dizer-me o que queres dizer, dói mais do que quando me jogas tudo na cara, mas eu te entendo, não me importa se estás em silêncio, eu ainda posso ficar do teu lado, sem me dizer uma palavra, apenas escutando tua respiração e decifrando esse teu modo de ser, e me apaixonando ainda mais por ti.
- Eu te quero tanto por perto.
- Desculpa-me pelas crises de ciúmes, desculpa-me de verdade meu amor, é um medo grande que eu tenho de te perder (…) tu já disseste que estaria pra sempre ao meu lado, mas é que essa minha fobia por pessoas que se aproximam de ti está me corroendo, tenho que parar com isso, eu sei, mas é que eu só tenho a ti, e te perder seria como perder todo o meu mundo, entende-me? Eu te preciso a cada instante, eu te quero perto de mim, eu quero te cuidar, recebendo teu carinho de volta, só isso meu anjo.
- É que eu te amo tanto.
sábado, 8 de outubro de 2011
“Então me liga no meio da noite e diz que sente minha falta. Que me quer de volta. Diz que não aguenta essa noite fria e a nossa distância obscura. Diz que eu sou tudo o que você sempre quis. Por favor… Pega o celular, disca e re-disca meu número, até ter coragem de deixar chamar. Diz que eu sou a melhor parte da sua vida e que amor mesmo, amor feito o nosso, tem que durar, tem que existir. […] Liga no meio da noite e me pede para não desligar o telefone, diz que não consegue dormir, que está pensando em mim, que eu sou sua carência e sua necessidade. Diz que não importa se eu estiver sozinha ou acompanhada, é a minha presença que importa para você. Diz que seu coração palpita ao ouvir minha respiração do outro lado da linha. Ou então liga e fica em silêncio. Dorme com a minha respiração no seu ouvido. Mas liga, por favor, eu não aguento mais ficar longe de você.”
“Eu queria acabar com essa coisa de viver pros outros, exterminar essa vontade de expôr meus sentimentos, sei que é clichê, mas o que posso fazer se é isso o que está acontecendo? Já não há mais preocupação alheia com os meus tais sentimentos, sejam eles quais forem, já não importam mais, nem mesmo pra queles que um dia disseram se importar, nem mesmo àqueles que um dia disseram me amar. Mas ainda assim continuo a agradá-los, fazendo de tudo pra vê-los bem, fazendo de tudo pra não perdê-los de mim, eu sou um ser tão só, perder o pouco que tenho irá restar de vez o nada, e ter o nada pra sustentar é como definhar-se aos poucos e morrer, morrer internamente por não ter ninguém por perto, nem mesmo naqueles momentos em que a solidão te é tão comprazida.”
por que você se foi ....
Estou precisando dos teus carinhos, precisando de uma palavra tua, qualquer que seja, direcionada a mim, já faria bem. Estou precisando tanto de você, por que se foi? Por que me deixou aqui te precisando tanto? Tinha que ser assim? Não poderia ter tapado esse buraco que deixou aqui? Ter deixado meu coração comigo; mas não, teve que ir e levar de mim o que tanto te doei. Agora estou aqui, tentando preencher esse vazio que me consome, tentando preencher esse buraco que tu deixaste em meu peito, com outro alguém, sim, estou tentando fortemente, mas vi que não será possível, ninguém se encaixa nesse espaço vazio, aqui só cabe a ti, e parece estar te esperando o tempo que for preciso pra que voltes a preencher este lugar
sábado, 10 de setembro de 2011
“Eu nunca gostei da matemática, das contas. Contas são exatas e os números se bastam por si só. Não há dúvidas, não há erro. O que é certo é certo, o que não está certo, é errado. A matemática e suas exatidões me cansam. Eu prefiro o mistério das letras, a incerteza das palavras e a beleza das poesias. Palavras não se somam, se completam...
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